Bolinhos, lógico. Adoramos bolinhos. E no comecinho da semana nada melhor que eles para dar um fim às coisas que insistem em ocupar as tupperwares na nossa geladeira.
Então vamos ver o que dá pra fazer essa semana com o que sobrou desde sábado? As dicas abaixo são para sobras de arroz, carne moída e purê de batata. Diretamente do caderninho de receitas da Dona Zuca.
Bolinho de arroz
Ingredientes
2 xícaras de arroz pronto
¹/² xícara de leite
2 ovos
2 colheres de sopa de queijo ralado
2 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sobremesa de cheiro-verde
1 colher de fermento
Modo de fazer: Bate tudo no liquidificador, fazer bolinhas com uma colher e fritar em óleo quente.
Bolinho de carne
Ingredientes
¹/² quilo de carne moída
2 ovos
2 colheres de sopa de cebola picadinha
1 colher de sopa de óleo
pimenta do reino, salsinha e sal a gosto
4 colheres de sopa de farinha de trigo
Modo de fazer: refogar a cebola com um pouco de óleo e quando estiver bem tostada, coloque em uma tigela com a carne moída e os outros ingredientes (que você vai adicionando pouco a pouco). Quando a massa estiver bem firme faça os bolinhos e frite em bastante óleo.
Bolinho de batata
Ingredientes
Purê que sobrou do fim de semana ou
1kg de batata
1 gema
1 colher de farinha de trigo
2 colheres de sopa de manteiga
Modo de fazer: cozinhar as batatas sem casca e amassá-la ainda quente com a manteiga. Passar no ovo e na farinha de rosca e fritar em óleo quente. PS: você pode colocar cheiro-verde, salsichas picadas, cebola ou até bacon na massa, depende do seu gosto.
Tem alguma receita de bolinho? Manda pra gente!
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Um clássico nunca morre
Uma boa lembrança que tenho da infância (e talvez muitos de vocês também devam ter) são essas delicinhas: batatinhas em conserva.
Nas festas de família sempre tinha, ainda com o advento das salsichas em rodelas. Caraca, era uma delícia, menos aquele monte de criança com a boca engordurada que não era legal.
Bom, então aqui está a receita das batatinhas em conserva com apenas uma ressalva: eu acrescentaria bastante vinagre pra dar aquele suador. Daí é só botar a Nova Schin pra gelar, chamar os colega da firma prum happy hour na sua laje e viver a vida com Sorriso Maroto embalando o cair da tarde.
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| foto Rogério Voltan |
1 kg de batata bolinha
2 cebolas pequenas picada
2 dentes de alho
1/2 xícara (chá) de azeite
sal a gosto
1/2 xícara (chá) de azeitona preta
1/2 xícara (chá) de azeitona verde
2 colheres (sopa) de orégano
1 pimenta-dedo-de-moça sem sementes picada
2 cebolas pequenas picada
2 dentes de alho
1/2 xícara (chá) de azeite
sal a gosto
1/2 xícara (chá) de azeitona preta
1/2 xícara (chá) de azeitona verde
2 colheres (sopa) de orégano
1 pimenta-dedo-de-moça sem sementes picada
Modo de preparo:
Limpe bem as batatas e cozinhe-as com a casca em bastante água por 20 minutos ou até ficarem macias. Enquanto isso, bata no liquidificador a cebola, o alho, o azeite e uma pitada de sal, até obter uma pasta. Escorra a batata e, com ela ainda quente, adicione o tempero batido, as azeitonas, o orégano, a pimenta e sal. Mexa bem. Deixe esfriar, ponha em um recipiente bem fechado e armazene na geladeira por até cinco dias. Sirva com salada ou como aperitivo.
Adendo: você também pode acrescentar salsichas em rodelas e vinagre.Fonte: M de Mulher
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Ta zuzo bem
Pinga, aguardente, cachaça, água que passarinho não bebe, a que matou o guarda, branquinha, mé.
Apesar das tantas denominações, é fato que aguardente, pinga e cachaça não são a mesma coisa. Então, pra demonstrar conhecimento etílico entre os compadres no buteco ou naquele almoço de domingo com os tios obesos e crianças com nariz escorrendo, apoie o queixo na mão e disclame que:
- Aguardente pode ser a denominação de qualquer bebida feita a partir da fermentação de vegetais doces.
- A cachaça, por sua vez é o nome da aguardente de cana-de-açúcar.
- Já a pinga é o nome vulgar da cachaça, cuja história ainda é um pouco confusa. Dizem que chamam de pinga porque os escravos produziam cachaça em suas senzalas e, quando ferviam o caldo da cana de açúcar, o vapor condensava no teto e pingava.
- Já a pinga é o nome vulgar da cachaça, cuja história ainda é um pouco confusa. Dizem que chamam de pinga porque os escravos produziam cachaça em suas senzalas e, quando ferviam o caldo da cana de açúcar, o vapor condensava no teto e pingava.
E pra você ver que cachaça merece um lugar especial nas considerações artísticas, entre março e abril desse ano rolou uma exposição no Instituto Tomie Ohtake com antigos rótulos de cachaça. Foi um sucesso.
Os rótulos que escolhemos abaixo não fizeram parte da exposição mas com certeza são bem peculiares. Do jeito que a gente goishta.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Sorvete de cerveja: como fazer
Sim, é possível que muitos de vocês já tenham procurado a receita desta iguaria e hoje trazemos esta maravilha da cozinha contemporânea (HA-HA).
Se o nosso chef Gabriel Nogueira quiser tentar fazer, nós nos disponibilizamos para a degustação, sob qualquer risco de derrame ou AVC.
Então vamos à receita do SORVETE DE HEINEKEN.
Ingredientes
8 gemas de ovos
1 xícara de açúcar cristal½ litro de creme de leite
1 ½ litros de leite integral
300 ml de cerveja Heineken
5 bagas de zimbro secas (não sabe o que é isso?)
1 folha de louro
1 máquina de fazer sorvete
Modo de fazer
Misture as gemas e o açúcar em uma tigela grande. À parte, misture o creme de leite e o leite em uma panela grande e leve para ferver rapidamente, mexendo sempre. Retire do fogo.
Lentamente, junte as duas misturas, mexendo constantemente. Despeje a mistura temperada de volta ao pote e aqueça em fogo baixo. Quando o creme atingir a consistência de creme Anglaise, retire do calor e coloque em banho de gelo. (tipo um banho maria, só que de gelo).
Adicione a cerveja, as bagas de zimbro e a folha de louro no creme. Tampe a panela com filme plástico e deixe descansar por 2 horas. Colocar a mistura numa máquina de sorvete de acordo com instruções do fabricante. E está ótemo.
A receita é do chef Joel Antunes, publicada aqui. Mas em São Paulo também existe um restaurante que serve Sorvete de Guiness. É o Drake's Bar & Deck (Rua Tucambira, 163 - Pinheiros.
(11) 3812-4477)
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Meu reino por uma coxinha
Se existe algo mais bonito nesse mundo do que uma coxinha, por favor me avisem porque ainda não identifiquei nada que faça brilhar meus olhos tanto quanto uma coxinha bem douradinha. E pode ser de qualquer tamanho, no entanto as the best evah são as de festa de criança. Sei lá, fetiche.
Mas como somos bem interessados na história da baixa gastronomia, vamos tentar desvendar o segredo que originou essa preciosidade que nos saúda em botecos, festas e até em restaurantes de garbo.
Brasileira ou gringa?
Uma das versões sobre o nascimento da coxinha diz que ela surgiu em Limeira-SP. Na época lá dos império, diz a história que o filho da Princesa Isabel e do Conde D'Eu era deficiente mental e tinha fixação por alguns alimentos, como por exemplo coxas de frango. Um belo dia, a cozinheira da realeza sacou que não tinha mais coxas no frango que havia sobrado e enquanto isso o menino berrava desesperado esperando a sua parte.
A cozinheira então moeu o resto do frango e moldou em forma de coxa para que o menino pudesse comer sossegado. Não é uma história linda?
Uma segunda versão aponta que a coxinha é uma modificação genética dos famosos croquetes europeus, sendo possível que o recheio tenha sido incorporado pelos franceses.
A melhor de todas <3
Mas como o que interessa é comer, aqui está o link das Famosas Coxinhas Douradas de Buenos de Andrada, consideradas a melhor do Brasil (custam R$1,80). Não sei onde fica essa cidade mas é aqui do ladinho de Ribeirão, então, em breve, a Confarinha deve partir pra uma visitinha. =)
E olha que culta a história dessa coxinha: tudo começou com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, que é de Araraquara (aqui pertinho também). Numa de suas visitas a sua cidade natal, ele passou ali pela cidedezinha de 2 mil habitantes, comeu as coxinhas e falou delas numa crônica publicada no Estadão há 20 anos!
Quem vai com a gente na caravana de Ribeirão Pre-toooooooo OEEEEE????
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| Magnífico estudo feito pelo Morróida |
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